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Arte na BNCC: 7 ideias de 7 livros para trabalhar esta disciplina com seus alunos

11/08/2020

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ampliou as possibilidades de aprendizagens e experiências com a arte em sala de aula.

O documento estabelece as linguagens artísticas que devem estar na escola, dá destaque à autoria da criança e ao processo de produção e define seis dimensões nas quais a arte deve ser experimentada.

Neste post, vamos:

  • Dar um rápido panorama do que a BNCC propõe de novo para a área de artes
  • Trazer algumas reflexões sobre o porquê dessa proposta
  • Listar 7 projetos de arte que você pode fazer com seus alunos, inspirados por 7 livros e seus materiais de apoio ao professor

Pela BNCC, o processo vale tanto quanto o produto final; aqui, as artes são sinônimo de experiências e expressão. Imagem: Poderia, de Joana Raspall (texto) e Ignasi Blanch (ilustrações)

Autoria, linguagens, dimensões

O texto do documento, em vigor desde o começo do ano, revela um entendimento sobre arte na escola, que coloca a criança como protagonista de seu próprio percurso artístico, e a arte como fonte de aprendizagem e “leitura” da realidade.

Repare no que diz o texto do Movimento pela Base que aborda esse tema na BNCC:

“Assim, a Arte na BNCC propõe o desenvolvimento de habilidades e competências importantes para as práticas investigativas e para o percurso do fazer artístico, para perceber o mundo em sua complexidade, contextualizar saberes e a interação com a arte e a cultura, além de favorecer o respeito às diferenças e o diálogo intercultural”.

Foco no processo e na autoria

Ou seja, as aulas de artes não servem apenas para as crianças ensaiarem uma dança bonita para mostrar para os pais ou criarem obras para compartilhar com a família e a escola.

O que vale é que elas consigam se apropriar de cada uma das linguagens artísticas e que, a partir disso, as usem para se expressar, para experimentar, para compreender o mundo.

A autoria da criança, do aluno, é um dos pontos mais importantes, porque, no entendimentos proposto pela BNCC, as artes têm função de expressão, exploração, troca de experiências, formação de repertório, leitura crítica.

Ou seja, precisam estar conectadas com os interesses e desafios da turma, de cada aluno e até mesmo de pesquisas de outras disciplinas. A arte pode ajudar a achar respostas.

Múltiplas linguagens

Por isso, as linguagens artísticas também são focalizadas e definidas pela BNCC, como já tinham sido anteriormente pelo Parâmetro Nacional Curricular.

Mas é na Base que essas linguagens ganham a profundidade de que falamos alguns parágrafos acima.

Os tipos de linguagem não são a novidade, mas o passo adiante que a BNCC propõe é o modo de trabalhá-las e o fato de sugerir que elas possam ser integradas.

As linguagens previstas são:

  • dança,
  • música,
  • teatro,
  • artes visuais e
  • artes integradas.

Como será trabalhar com música, dança, teatro ao mesmo tempo, já pensou? São linguagens que se misturam fora da escola (pense em uma peça, num musical e até mesmo no cinema).

O ótimo desafio que a BNCC coloca é juntá-las no dia a dia das crianças também.

As artes podem estar também combinadas com outras disciplinas, como num desenho de observação de uma planta, no vídeo que registra uma determinada pesquisa das crianças ou numa playlist de músicas que falam sobre nossa história.

Quer dois bons exemplos?

O post abaixo é uma entrevista sobre como o celular pode ser usado pelas crianças para produzirem arte visual na escola.

Celular na sala de aula pode ser um aliado de crianças e professores

E, aqui, trazemos uma música do Palavra Cantada que coloca para conversar um português e um indígena brasileiro, cada um com seu ponto de vista, sobre a chegada dos Europeus no Brasil.

Dimensões

Para cada uma dessas linguagens, é preciso que o aluno vivencie seis dimensões:

  • Criação
  • Crítica
  • Fruição
  • Estesia
  • Expressão
  • Reflexão

Criar e se expressar são dimensões que focam a apropriação das linguagens pelas crianças.

Crítica e reflexão têm caráter de compreender, avaliar e refletir sobre as próprias produções, sobre as linguagens em si, sobre o uso que fazemos dela coletivamente e assim por diante.

Fruição e estesia relacionam-se com a apreciação artística: o prazer que sentimos, os elementos estéticos que nos tocam, que sentimentos, memórias e emoções a arte evoca.

Neste texto você pode ler mais sobre cada uma dessas dimensões e como elas podem ser vivenciadas na escola.

Mundo complexo, habilidades complexas

O trabalho com arte em sala de aula — ainda que, por agora, a sala de aula seja virtual — torna-se essencial para um mundo complexo.

Primeiro porque as artes nos ajudam a pensar melhor.

A arte-educadora Ana Mae Barbosa nos lembra, por exemplo, que a arte ajuda a desenvolver até a “inteligência tradicional”, o QI, aquele que mede nossa capacidade mais lógica de identificar e memorizar padrões.

Para embasar essa afirmação, ela costuma citar pesquisas do educador James Catteral, que apontam o intercâmbio entre arte e inteligência lógica e racional.

Conhece o trabalho e o pensamento da Ana Mae? Ela é uma referência em arte-educação. Dê uma olhada no vídeo curto aqui embaixo — e em quanta provocação boa ela nos faz! 😉

Repertório de imagens

Mas não é só para pensar melhor que a arte deve estar na escola. Para Ana Mae, uma das funções da arte em sala de aula é “repertoriar” o aluno com imagens, ajudá-lo a construir um repertório imagético.

Por vezes, as imagens sintetizam conceitos e ideias complexas. Lembra daquela conhecida frase: uma imagem vale mais que mil palavras?

Pois então: quanto mais “alfabetizados” em imagens e sensibilidades complexas estivermos, melhor podemos dar conta da complexidade do mundo e das nossas próprias vidas.

Uma boa obra — seja das artes visuais ou de outras linguagens — tem esse poder de nos fazer criar poderosas imagens e de convocar nossos sentimentos profundos, complexos, mesmo os que a gente mal racionaliza ainda.

E faz isso partindo de sentidos, fatos, sensações e experiências complexas que nos são relatadas (ou convocadas em nós) através do diálogo com essa obra.

Artes e habilidades

O papel que a BNCC atribui às artes parece relacionar essas experiências artísticas com o desenvolvimento de algumas das competências essenciais que a Base propõe.

Vale lembrar que boa parte dessas competências requer habilidades emocionais e de organização sensível da complexidade do mundo.

Quando traz as competências para a escola, o documento mostra que é preciso desenvolver essas habilidades para lidar com o mundo de hoje.

As artes podem ser um dos caminhos possíveis para esse desenvolvimento, como nos mostra a educadora e consultora literária Celinha Nascimento neste outro post aqui.

7 ideias em 7 livros ilustrados

Além de trazer em si mesmos repertórios de imagens — que ampliamos ao formarmos outras imagens ao ler –, os livros ilustrados também nos inspiram a criar, a fazer arte.

Podem ser ótimos pontos de partida para propostas artísticas trabalhadas em sala, em linha com o que propõe a BNCC.

Por isso, selecionamos abaixo nada menos do que 7 livros que têm projetos de artes em seus materiais de apoio ao professor (você pode baixar esses materiais na íntegra no Portal do Educador).

Descubra abaixo nossa seleção de livros e propostas inspiradoras e saiba para qual série elas são mais indicadas. Bom trabalho!

1) O incrível livro do Gildo

Autora / Ilustradora: Silvana Rando
Temas: Imaginação / Criatividade / Relacionamento familiar / Amizade / Cooperação / Autoconfiança / Cotidiano
Faixa Etária: A partir de 2 anos (leitura compartilhada) / 6 anos (leitura independente)

Proposta de:
Clara de Cápua

Indicação:
Fundamental I (2.o e 3.o anos)

Monstros de feltro e retalhos de tecidos:
Os personagens do livro de Gildo são visualmente muito interessantes, em especial os monstros coloridos e peludos! Uma ilustração na página 24, entretanto, nos revela que eles foram inspirados em um brinquedo de Gildo.

Que tal fazer o caminho de volta e transformar esses personagens em brinquedos reais para a turma? Lance o desafio de criar um monstro tridimensional. Existem várias técnicas e materiais que podem ser utilizados nessas criações.

Como sugestão, fica a proposta de utilizar feltro recheado com retalhos de tecido, para criar os corpos (na impossibilidade da fibra de silicone como recheio), e lã para os pelos.

Os remendos podem ser feitos tanto com linha e agulha grossas como com cola quente, a depender das habilidades manuais das crianças. O importante é soltar a imaginação e permitir o exercício da criatividade sob uma perspectiva manual.

Sinopse do livro:
Em um dia de inspiração, Gildo, com o apoio da irmã Laurinha, do pai, da mãe e dos amigos, começa a escrever um livro – uma incrível narrativa assustadora sobre monstros! Nesse processo de escrita, como não quer desapontar ninguém, o elefante busca ouvir e atender à opinião de todos, porém isso não é tão simples quanto parece.

Se preferir, baixe o material completo

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2) Eric faz tibum

Autora e ilustradora: Emily Mackenzie
Tradutor: Gilda de Aquino
Temas: Medo / Amizade / Superação / Cotidiano / Criatividade / Imaginação / Coragem / Cooperação
Faixa Etária: A partir de 2 anos

Proposta de:
Ana Leme

Indicação:
Infantil e Fundamental I (1.o e 2.o anos)

Dramatizando diálogos; desenhando as emoções:
Peça para as crianças organizarem uma lista de adjetivos que observaram em cada personagem. O que dizer de Eric? E de Flora? O que a autora conta sobre esses e outros animais que aparecem na história?

Feita a coleta de dados proposta acima, as crianças poderão dramatizar os diálogos entre elas, com base nos medos, inseguranças e nos bilhetes de encorajamento que as personagens trocam no livro.

Em outro momento, poderão brincar de fazer feições variadas de acordo com emoções. Triste, alegre, preocupado, com muito medo, com coragem…

Organize duplas para esta dinâmica. Enquanto uma criança faz as feições, a outra poderá desenhar ou pintar a imagem do colega.

Sinopse do livro:
Eric vive preocupado. O que seriam aqueles barulhos que ele ouve à noite? E se uma aranha estiver escondida dentro de seu sapato? Experimentar coisas novas também não é com ele. Por sorte, sua amiga Flora sempre inventa um jeito de ajudá-lo a lidar com seus medos.

Baixe o material de apoio ao professor na íntegra!

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3) Socorro em: uma vida nada fácil

Autora / Ilustradora: Silvana Rando
Temas: Humor / Amizade / Relacionamento Familiar / Cotidiano / Música / Aventura
Faixa Etária: A partir de 8 anos

Proposta de:
Roberta Amendola

Indicação:
Fundamental I (2.o ao 4.o anos)

Pra ver a banda passar:
Converse com os alunos sobre o papel libertador da arte (a música) na história. Foi por meio dela que os personagens conquistaram autoestima, foram reconhecidos na escola e pela rainha, romperam com a repressão imposta pelo Monsieur Lechatê e tiveram a oportunidade de viajar pelo mundo.

Que tal a turma formar uma — ou muitas — bandas?

Trabalhe com os alunos para a criação de uma letra de música simples por grupo. Eles podem se apoiar na melodia de alguma canção que já existe e apenas substituir a letra ou compor também a parte sonora.Explore diferentes canções e estilos musicais para escolher uma que sirva de referência com base nos gostos.

Combine como pode ser a produção coletiva de letras e melodias nesse momento de aulas on-line e imagine com as crianças o que seria uma apresentação.

Seria possível que cada um gravasse sua parte na canção em casa e, depois, com o professor de audiovisual, editassem um clip da banda completa?

Sinopse do livro:
Socorro, uma barata carismática, irá nos divertir contando as suas aventuras nos tempos em que morava no Hotel Chicz – antes de conhecer aquele simpático elefante, o Gildo. Ela e seus amigos inseparáveis Zoro, Luiz e Angélica, decidem montar uma banda de rock, mas, para alcançar o sucesso e o coração da rainha Belhabeth II, terão de participar do concurso de bandas do colégio.

Confira o material de apoio na íntegra!

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4) Eu sou uma menina!

Autora / Ilustradora: Yasmeen Ismail
Tradutora: Gilda de Aquino
Temas: Identidade / Autoconhecimento / Respeito às diferenças / Brincadeiras / Cotidiano
Faixa Etária: A partir de 2 anos (leitura compartilhada) ou 6 anos (leitura independente)

Proposta de:
Clara de Cápua

Indicação:
Infantil e Fundamental I (1.0 e 2.0 anos)

Brincando com as roupas:
Divida a turma em dois grandes grupos e peça-lhes que criem, em uma folha tamanho A4, um personagem de gênero feminino (grupo 1) e outro de gênero masculino (grupo 2).

Em seguida, cada grupo deverá desenhar uma série de peças de vestuário a serem recortadas – calças, saias, chapéus, brincos, colares, sapatos de diferentes estilos, camisas, camisetas, vestidos etc. – e aplicadas sobre os personagens.

Nesse momento, vale juntar todas as peças, experimentando as mais variadas e inusitadas composições. O objetivo da atividade, é importante lembrar, consiste em discutir e exercitar a diversidade, bem como a pluralidade cultural.

Sinopse do livro:
Determinada, esperta, cheia de atitude e energia, assim é a menina dessa história. E não é que muita gente a confunde com um menino?! Mas essa personagem nunca se dá por vencida: ela é uma menina! Anda de patinete, lê muitos livros, é uma ótima nadadora, adora música, gosta de uma bagunça, brinca de faz de conta com os amigos. Ela não para. E o livro segue o seu ritmo!

Acesse o projeto na íntegra e baixe aqui!

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5) O crocodilo que não gostava de água

Autora e ilustradora: Gemma Merino
Tradutor: Gilda de Aquino
Temas: Respeito às diferenças / Relacionamento familiar / Autoconhecimento / Identidade / Animais / Humor
Faixa Etária: A partir de 2 anos (leitura compartilhada) ou 6 anos (leitura independente)

Proposta por:
Ana Leme

Indicação:
Infantil e Fundamental I (1.0 e 2.o anos)

Boneco diferente:
Nossa ideia é propor às crianças que criem um boneco de argila que as represente.

Assim, elas poderão avaliar, ao término da atividade, que, mesmo sendo crianças praticamente da mesma idade, elas são diferentes. Cada um tem características próprias, aptidões diferenciadas, gostos diversos etc.

As crianças poderão, partindo desta atividade, criar um pequeno texto autobiográfico.

Sinopse do livro:
A autora catalã Gemma Merino combina texto e ilustrações criativas para contar a história de um pequeno crocodilo que, lutando contra as próprias dificuldades, termina descobrindo quem ele realmente é. Onde já se viu um crocodilo que gosta de subir em árvores e não gosta de água? Pois é, o crocodilo dessa história é assim. Ele até se esforça – pega uma boia vermelha bem bonita e vai brincar com suas irmãs e irmãos. Mas, ao entrar na água, nada feito. Ela é muito molhada, fria e… O nariz do pequeno crocodilo começa a coçar e a crescer e a coçar mais um pouco. O que será que vai acontecer? Será que ele vai dar um espirro? Ou será que…

Esse projeto completo também está disponível para ser baixado na íntegra!

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6) Poderia

Autora: Joana Raspall
Ilustradora: Ignasi Blanch
Tradutor: Alexandre Boide
Temas: Empatia / Identidade / Solidariedade / Compaixão / Imigração / Preconceito
Faixa Etária: A partir de 3 anos (leitura compartilhada) ou 7 anos (leitura independente)

Proposta por:
Clara de Cápua

Indicação:
Fundamental I (2.o e 3.o anos)

Vamos de gravura?
As ilustrações desta obra foram feitas a partir de serigrafias criadas pelo artista Ignasi Blanch.

Ainda que a serigrafia seja uma técnica de gravura bastante elaborada, é possível apresentar aos alunos uma versão simplificada de alguns de seus princípios, como a criação de uma matriz e a transferência de uma imagem para outros suportes.

Em outras palavras, os alunos poderão criar um estêncil.

Os materiais necessários são: cartolina, lápis, tesoura, fita-crepe, tinta acrílica e rolinho ou pincel e chapa de papelão. Cada aluno receberá um pedaço de cartolina de tamanho aproximado A4, onde deverá criar um desenho a ser recortado.

Nesse momento, oriente a turma a criar formas simples, como uma bola, uma mão, uma flor ou um triângulo.

Na hora de recortar, muita atenção: o que importa é justamente o papel vazado (negativo) e não a forma em si (positivo). O papel vazado será a matriz para a gravura.

Caso necessário, os alunos poderão selar algum corte feito por engano com o auxílio de fita-crepe.

Uma vez prontas as matrizes, é hora de transferir a imagem para a folha de papelão.

Basta posicionar a matriz sobre o papelão e pintar a área recortada com tinta. Diferentes cores, é claro, são mais do que bem-vindas. A ideia é que todos apliquem suas formas sobre a mesma chapa de papelão, criando uma gravura coletiva.

Sinopse do livro:
“Você teria sido criado de outra maneira, talvez melhor, talvez pior. (…) Você poderia ler contos e poemas, ou não ter livros nem conhecer as letras”. Como seria sentir o que o outro sente? Como seria viver o que outro vive? Numa sequência de versos intensos e singelos, a obra nos transporta para mundos distantes e para outros muito próximos, nos faz pensar sobre nós mesmos e a nossa relação com o outro. A cada virada de página, as palavras ganham força, e as cores vivas das ilustrações irradiam empatia e afeto. Dos pequenos aos mais velhos, com extrema leveza, o livro sensibiliza e encanta.

 

Quer ler o projeto na íntegra? Só vir por aqui!

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7) Três

Autor / Ilustrador: Stephen Michael King
Temas: Respeito às diferenças / Autoconhecimento / Amizade / Animais / Cidade / Campo / Cotidiano
Faixa Etária: A partir de 3 anos (leitura compartilhada) / 7 anos (leitura independente)

Proposta por:
Clara de Cápua

Indicação:
Fundamental I (2.o e 3.o anos)

Improvisando no teatro:
Ao conhecer Flávia, Três percebe que eles possuem muitas coisas em comum. A garota, assim como ele, conversava com os animais, especialmente com os que habitavam o seu jardim.

Levando isso em conta, proponha um exercício de improvisação teatral. Divida a turma em grupos de aproximadamente cinco alunos, delegando-lhes, além de Flávia, os animais do jardim como personagens.

Que conversas eles poderiam ter? Será que conversariam sobre o que fizeram durante o dia? Será que contariam o que sonharam na última noite? Ou será que brincariam de faz de conta?

Todas as opções são válidas, basta improvisar! Como desafio extra, estimule os alunos a experimentarem diferentes tipos de vozes e movimentos corporais, de modo a imitar os animais.

E lembre-se: enquanto um grupo improvisa, os outros formam uma imteressada e silenciosa plateia.

Sinopse do livro:
O cachorro Três é um grande explorador! Anda pela cidade com as suas três patas, sempre muito contente, fazendo amigos e aprendendo coisas novas. Ele descobriu, por exemplo, que as pequenas seis-patas, as formigas, têm casas subterrâneas e que a oito-patas, uma aranha, construiu sua casa lá no alto para se proteger do trânsito da cidade. Um dia, de farejada em farejada, ele foi parar no campo, onde conheceu outros animais com diferentes números de patas e, também, uma duas-pernas, a Flávia. Desvendando toda a riqueza que há nas diferenças, Três, do premiado autor Stephen Michael King, nos mostra a leveza e alegria de perceber que podemos ser felizes do jeito que somos!

Baixe o projeto na íntegra!

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E você? Volte para contar para a gente as suas experiências com as artes em sala de aula — ainda que a sala seja virtual 😉


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