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Thiago Queiroz, o “Paizinho Vírgula”, conta como lê para os filhos

22/11/2018

*originalmente publicado em 22/11/2018; atualizado em 6/08/2020

O livro conecta. Livro é presença.

Quando lê para uma criança, o adulto tem de estar 100% presente, dedicado, disponível. Essa interação genuína aproxima pais e filhos, permite que compartilhem um momento especial e que conheçam as emoções um do outro.

Afinal, estão vinculados pela arte, pela literatura, pela sensibilidade.

Além disso, a leitura frequente amplia o vocabulário das crianças, facilita a alfabetização, melhora a criatividade e a capacidade de resolver conflitos.

Como você lê para o seu filho? Conte para a gente nos comentários!

Quem conta hoje seus hábitos de leitura com as crianças é Thiago Queiroz, o Paizinho Vírgula. Depois do nascimento de seus  filhos, Thiago começou a pesquisar sobre parentalidade por apego, criou um grupo no facebook, depois um canal no YouTube e hoje é referência no assunto.

Ele comanda um portal de conteúdo sobre paternidade com respeito e apego.

Além do site, tem também os podcasts: o Tricô dos pais, um bate-papo com outros homens que abraçaram a parentalidade; o Coisa de criança, em que responde perguntas dos pequenos ouvintes, e o Conta pra mim?, de contação de histórias com a Flávia, do Fafá Conta.

Confira, abaixo, o depoimento dele:

Bibioteca??? / Texto: Lorenz Pauli / Ilustrações: Kathrin Schärer

 

“Eu me divirto muito lendo para meus filhos”

 

Temos uma mini biblioteca em casa e optamos por não ter uma rotina fixa de leitura, para que ler seja uma coisa livre, de quando dá vontade, não uma obrigação. Ao contrário do que parece, as crianças não deixam de ler nem leem menos por não ter essa rotina tão rígida.

É iniciativa é geralmente delas. São as crianças mesmas que pegam os livros e pedem para a gente ler para elas. Ou pedem para ler para a gente, mesmo não sabendo ler. Vão usando a memória que têm daquela história.

Eles estão sempre com os livros preferidos, sempre pedindo pra gente ler.

Gosto de ler historias que fujam do estereótipo, que geram conversas depois. Adoro a história de uma princesa que abandona um príncipe chato e bocó e sai por aí vivendo aventuras com o dragão, por exemplo. Acho muito incrível ler esse tipo de livros com eles, e eles adoram.

Dependendo do meu cansaço, vou ler mais ou menos empolgado (risos). Se é à noite, quando já estou cansado, vai ser uma leitura mais protocolar. Claro que não vai ser estéril, sem emoção, mas não vou ficar fazendo voz diferente pra cada personagem.

Mas se eles pedem pra ler no sábado de manhã, por exemplo, aí é nível de empolgação total, e eles adoram.

Eu me divirto muito lendo, sempre rio. Se tem alguma situação do livro que eles acham engraçada, então eu extrapolo um pouco mais ainda aquela situação para eles acharem ainda mais engraçada.

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