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Ler é presença: pais contam como leem para as crianças

08/10/2018

Você lê para seus filhos todos os dias? À noite, na hora de dormir? Ou durante o dia? Eles têm um acervo à disposição? Quem escolhe o que vai ser lido: você ou eles? E como é essa negociação? Liam para você quando criança? Quem se diverte mais na hora da leitura?

Cada família tem seu jeito especial de compartilhar a leitura com as crianças. O fundamental é oferecer esse momento aos pequenos. Ler é presença. O afeto, a troca, a atenção exclusiva já seriam motivos suficientes para garantir a leitura na rotina. Essa presença garante mais: ler aumenta a capacidade de memória, a compreensão e diminui a agressividade, pois facilita o diálogo entre adultos e crianças.

Esses dados são a conclusão de um estudo feito em 2016 pela Universidade de Nova Iorque e pelo Instituo Alfa e Beto com crianças de creches públicas em Roraima. O resultado foi publicado na reputada Pediatrics, revista científica da Associação Americana de Pediatria.

Blog da Brinque conversou com mães e pais para descobrir como é a rotina de leitura deles com os pequenos, e começa hoje a publicar uma série de depoimentos sobre esse momento de compartilhar presença e amor. A série se estende ao longo de outubro, mês da Criança. Entre os dias 1 e 14, uma seleção de livros está com 40% de desconto no site da Brinque-Book como parte das ações do Dia das Crianças.

O primeiro depoimento da série é do arquiteto de 35 anos -pai de dois-, Ricardo Amado:

De noite na cama

 

Ilustração do livro “O domingo trocado” / Ruth Löbner (texto) e SaBine Büchner (ilustração)

“Eu normalmente leio para eles na cama, à noite, antes de dormir. Era assim que meus pais liam para mim. Só leio para minha filha e meu filho os livros infantis de que eu gosto. Sempre leio uma vez sozinho antes de ler para eles, e se o livro passar no teste, lemos juntos. Normalmente, são livros sintéticos e gráficos, às vezes só de imagens (vamos inventando a história juntos), às vezes com algumas frases que logo se acabam e eles pedem de novo e de novo.

Quando a ideia é fazê-los dormir, tenho que cortar a interação e às vezes escolho algum livro mais longo e enfadonho para eles caírem no sono; vou “editando” para limar os absurdos que ainda encontramos com frequência por aí (esteriótipos de gênero e outras ideias ultrapassadas).

E as histórias inventadas são sempre um sucesso, porque acabamos colocando bastante deles e de coisas com que eles se relacionam facilmente ali no meio.

Ricardo Amado, 35 anos, arquiteto, pai de um menino de 5 e de uma menina de 3.


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