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9 filmes e animações da nossa infância para ver com nossos filhos e filhas

13/01/2020

Você riu, chorou, se emocionou, torceu, gargalhou, nunca mais esqueceu. Até hoje, quando vê uma cena ou ouve um trecho da trilha sonora, chega a dar aquele quentinho no peito e aquela emoção com gosto de infância.

Delícia! Mas tem uma coisa ainda mais gostosa: compartilhar com nossos filhos e filhas as experiências de quando nós é que éramos as crianças.

Eles amam, nós também, e esse compartilhar tão íntimo e subjetivo cria uma conexão profunda entre nós e eles.

Anos 80 e 90: filmes inesquecíveis

Por isso, fizemos uma seleção de obras que marcaram a geração que era -digamos- “xófem” nos anos 80 e 9o.

Há filmes para todos os gostos e idades, uns mais de aventura, outros mais sensíveis… Avalie a faixa etária do seu pequeno, o tipo de história que você acha adequada e os gostos da criança antes de dar play.

Algumas dessas obras tiveram sequências — com novidades que alcançaram os anos 2000 e até 2010 –, outras estavam recentemente no cinema como novas versões e há ainda as que ainda estão lançando sequências.

Pode ser especialmente bacana mostrar aos filhos a origem de filmes que ele ama e só conheceu a versão recente.  Ou mesmo mostrar que muitos temas que ele adora — e acha que são super novos — também aqueceram as suas tardes de ócio.

Os filmes listados estão disponíveis em serviços de stream —como Netflix, AmazonPrime, Google Play– ou no próprio YouTube — que oferece exibições por valores a partir de R$ 7,90 — ou ainda em opções on demand das TVs a cabo —Looke e TelecinePlay, por exemplo.

Alguns desses títulos estão à venda também, em opção DVD e Blue Ray.

Bóra lá?

1) E.T. – O Extraterrestre

(Seteven Spielberg, 1982, 130 min.)

Esse é autoexplicativo, certo? Mesmo quem nunca viu E.T., conhece as cenas antológicas, como o voo de bicicleta e o momento em que o dedo do extraterrestre acende ao tocar o do garoto Elliot.

Com direção do Spielberg e música de John Williams, o roteiro de Melissa Mathison ajudou a moldar o imaginário da nossa geração. No ano passado, Elliot e E.T. voltaram a se encontrar em um comercial de TV que virou notícia.

Rende litros de lágrimas, né não? Quem nunca?

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2) De volta para o futuro

(Robert Zemecks, 1985, 116 min.)

Marty McFly, um adolescente de uma pequena cidade californiana, é transportado para a década de 1950 quando a experiência do excêntrico cientista Doc Brown dá errado.

Deu errado, mas deu certo 😉

Qual era sua parte preferida dessa aventura?

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3) Goonies

(Richard Donner, 1985, 114 min.)

Quem não se lembra da Cindy Lauper cantando a música tema desse filme? Quer mostrar para seus filhos o D.P.A. e o Stranger Things da nossa geração? 😉

Um grupo de amigos pré-adolescentes — os goonies — encontram um mapa do tesouro, que os leva direto para um porão cheio de aventuras, perigos, seres estranhos-assustadores e tiradas engraçadinhas. Sozinhos, enfrentam adultos mal-intencionados.

Escrito por Steven Spielberg e Chris Columbus, o roteiro é a cara dos anos 80 e revelou muitos atores que se tornariam frequentes nos filmes da década — e mesmo dos anos 2000 e 2010: caso do Sean Astin, o Mike, que na verdade é também o Sam, melhor amigo do Frodo, de Senhor dos Anéis.

Sean, inclusive, está no elenco de Stranger Things, que é um tipo de revival-homenagem do espírito goonie, vai? Já viu com as crianças?

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4) Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida

(Steven Spielberg, 1981, 115 min.)

Primeiro filme da franquia — que já tem quatro títulos e lança o quinto em 2020 –, esse filme conta as aventuras do arqueólogo Henry Jones, Jr., o “Indiana”, em busca de um artefato sagrado, a Arca da Aliança, perseguida também pelos… nazistas.

Foi criado pela dupla Spielberg / George Lucas (de Star Wars) para resgatar os filmes de aventura dos anos 30 e 40. Acabaram criando um novo gênero de aventura.

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5) O Rei Leão

(Rob Minkoff e Roger Allers, 1994, 89 min.)

Se seu filho pensa que Hakuna Matata é uma invenção de 2019, ele precisa ver a versão original — e animada — de O Rei Leão.

A história é praticamente a mesma, mas é outra coisa assistir à animação: as expressões das personagens, as músicas e cenas musicais, as cores, a magia… O filme de 2019, feito em live action, aposta em doses cavales de realidade. Tudo fica mais sério e sombrio.

Já a animação de 1994, uma das febres da época, tem uma dose incrível de magia, ritmo e comédia que só uma animação mesmo para dar conta.

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6) Karatê Kid

(John G. Avildsen, 1984, 126 min.)

Pintar a parede ou lavar o carro nunca mais foi a mesma coisa depois de Karate Kid.

Senhor Miyagi e Daniel San ajudam-se mutuamente nesse filme de superação, com pitadas de questões típicas da adolescência, como amadurecimento, relacionamento e autoestima.

Bacana observar o filme pelo viés da relação dos personagens principais, cada um a seu modo, cada um representando uma cultura e uma geração.

Em 2010, foi lançada uma nova versão do título, “atualizando” a história, com Jack Chan e Jaden Smith.

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7) A história sem fim

(Wolfgang Petersen, 1984, 107 min.)

Bastian, Atreyu, Falkor e o aterrorizante Nada. Se lembra deles? Se esqueceu, é possível que Fantasia e a imperatriz estejam em perigo novamente.

Bastian é um menino passando por maus bocados que, um dia, se esconde numa biblioteca. O dono do local usa da psicologia reversa para convidar o menino a ler um volume muito especial, chamado História sem fim.

O livro — que rapidamente absorve completamente Bastian — conta a história de Fantasia, aterrorizada pela tristeza e pelo Nada. O único que pode salvar o lugar é o herói  Atreyu, mas ele vai precisar muito de Bastian para vencer a sombra que avança.

Emocionante, com uma trilha sonora de mexer com a gente e cheio de metáforas impressionantes, esse não só é um clássico dos anos 80, é um filme encantador, mágico e absolutamente profundo.

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8) Curtindo a vida adoidado

(John Hugues, 1986, 103 min.)

Ferris Bueller foi o anti-herói de toda uma geração. Um garoto mimado, que mente para os pais para faltar à escola e passar a tarde “curtindo” com sua namorada e seu melhor amigo.

Com tiradas cômicas e irônicas, o filme representa bem o espírito “rebelde sem causa” da geração 80/90, talvez por isso o sucesso e o merecido selo de clássico.

Ferris engana a ordem estabelecida — seus pais, irmã controladora, diretor da escola, pai do amigo ou mesmo a parada em que “desfila” — com final feliz.

Quem nunca quis matar aula com amigos e namorados, dar uma volta num carro esportivo e ainda terminar dançando Beatles num evento oficial?

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9) Jurassic Park

(Steven Spielberg, 1993, 126 min.)

A franquia ainda não foi extinta, continua lançando novos títulos. Mas esse filme original marcou uma geração pelos efeitos especiais e pela pegada realista ao abordar um tema sempre interessante de uma nova perspectiva.

John Hammond criou um parque repleto de dinossauros, que ele “recriou” a partir do DNA de um inseto fossilizado.

As coisas saem um pouco do controle quando um dos funcionários sabota o parque ao mesmo tempo em que as feras aprendem a se reproduzir sem ajuda da ciência, o que se julgava impossível.

 

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Conte para a gente nos comentários qual seria a sua lista! E quais recordações você tem desses filmes?


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