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5 dicas de… livros-imagem incríveis para viajar em outras linguagens

23/02/2018

Imagens podem mesmo valer mais que mil palavras. Ainda mais se a gente considerar livros para crianças. Para além da fala e da escrita, que são duas linguagens próximas, a infância é plena de outras formas de compreender o mundo e comunicar-se com ele. O movimento, as expressões, o corpo, os sentidos, os sentimentos, os sons, a voz, o  desenho, as cores, as formas – e as linguagens artísticas como dança, teatro, canto, música, artes plásticas, cinema, artes visuais.

Mesmo que não falem ou se expressem racionalmente, os pequenos compreendem tudo muito bem nesses outros tipos de pensar. Talvez por isso os livros-imagem sejam tão complexos e completos, cheios de camadas e possibilidades de leitura, fascinante para adultos e crianças, que podem resgatar (as) ou se envolver em outras poéticas e estéticas.

Em sintonia com a galeria que estamos publicando no insta da Brinque-Book, cujo tema esta semana é justamente livros-imagem, selecionamos aqui cinco dicas de obras muito especiais que exploram lindamente a imensidão de sentidos que cabe no que não é dito.

>>Já viu nossa galeria no Instagram? Venha conhecer por aqui.

1) O guarda-chuva, de Dieter Schubert e Ingrid Schubert: de traços delicados e imagens minimalistas bem combinados com cores fortes e vibrantes, a sequência narrativa nos leva a lugares tão distantes – na geografia e no nosso imaginário – como a savana e o gelo do ártico. Tudo começa quando um cachorro encontra uma guarda-chuva vermelho, que pega carona numa rajada de vento.

>>Assista à contação que Marina Bastos fez dessa história no canal da Brinque-Book:

2) O Lenço, de Patricia Auerbach: considerado Altamente Recomendável pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), a obra propõe um passeio pelo faz de conta fluido e rico que envolve o cotidiano de um menina e o lenço de sua mãe, que faz da pequena brincante pirata, nobre, noiva, criança.

 

 

3) O Jornal: de Patricia Auerbach: inspirado em uma tarde de brincadeira com os filhos, este outro livro de Auerbach, finalista do prêmio Jabuti em 2013, conta a história de um menino que, intrigado com o jornal que o pai lia tão atentamente, resolve descobrir – com toda a sua imaginação – o que pode fazer com aquilo. O resultado é uma surpreendente viagem pelas possibilidades da infância.

>>A autora acabou de brincar com a gente no Brinque-Book Brinca dessa segunda. Na conversa, falou de ambas as obras indicadas aqui. Espie lá.

4) Zoom, de Istvan Banyai: esse artista húngaro de (quase) 69 anos a serem completados agorinha em 27 de fevereiro, premiadíssimo, é conhecido por seu trabalho instigante com imagens. Nesta obra, ele propõe uma narrativa que se constrói não pela sucessão de imagens, mas pela mudança do olhar e da perspectiva sobre uma mesma cena.

 

 

5) Toalha vermelha, de Fernando Vilela: o premiado artista plástico, designer e ilustrador brasileiro nos leva numa belíssima viagem subaquática que parte de uma ideia simples e incrível: um dia, uma toalha vermelha cai no rio e submerge em suas águas. Que será dela a partir dali? A narrativa ilustrada por traços marcantes, conecta, enquanto flui como rios e mares, locais,paisagens e realidades tão ricas quanto diversas.

>>Brincamos com Fernando Vilela também. E ele fala desta obra em nosso bate-papo, que pode ser lido aqui.


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